Obrigada por me permitir ser quem eu sou. Com todos os meus jeitos, minhas manhas, minhas dúvidas. Obrigada por me deixar demonstrar meus medos e por rir das besteiras que fazemos.
Porque ao seu lado sou criança. Porque adoro quando bagunça meu cabelo e não se importa se eu faço bico. Porque adoro rir de doer quando faz cócegas na minha barriga. Porque adoro quando corre atrás de mim, fazendo alguma careta pra me por medo. Porque você me deixa sonhar, mas não sem puxar aquela cordinha antes que eu vá longe demais.
Você faz das minhas manhãs algo completamente mágico com o poder do seu sorriso. E quando você abre os braços e me diz fica aqui mais um pouquinho. Porque você é capaz de rir dos meus defeitos e nunca fica bravo quando eu faço alguma coisa errada. Sim, há aquele olhar de reprovação, mas em seguida vem sempre aquele seu sorriso fácil e olhinhos brilhando como nunca.
Porque é ao seu lado que encontro paz e segurança. Mesmo quando a criança é você. Porque sempre vêm de você as palavras mais certas e as atitudes mais coerentes. Porque você me faz ser capaz de rir de mim mesma.
Porque você é um sonho. Porque você é meu tudo.
Por Juliana às
09:09
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Pra divulgar um pouquinho, escrevi um texto inspirado em amore lá no outro blog. Pra quem conhece alguém que vai se casar, lá no outro blog tem um monte de dicas. E pra quem não vai casar nem nada, lá também tá cheio de historinhas românticas sobre nós dois.
Se eu não fizer um jabá*, quem vai fazer né?
*jabá – o que se paga para alguém fazer propaganda de algo
Por Juliana às
17:08
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Escrevendo sobre meus empregos dia desses, lembrei do maior [em termos de largura também] chefe imbecil que eu já tive. Isso foi há oito anos atrás, no meu 3º emprego, o de recepcionista numa fábrica de biscoito [já falecida, digo, falida].
No primeiro dia a gente tinha que aprender de uma vez por todas que fazíamos b-i-s-c-o-i-t-o e não bolacha. E até hoje eu falo ei, me vê um biscoito? e por isso sou motivo de chacota. Enfim, eu ficava alojada na entrada do escritório, bem ao lado da sala do mala. Mas ele era tão grosso, mas tão grosso que dava até medo. Hoje eu entendo que o medo vinha mais da cara feia dele.
Eu não sei o que acontecia, mas de tanto atender telefone eu às vezes ficava maluquinha e lançava um biscoitos xpto boa tarde em plena 8 horas da manhã. Daí que numa dessas eu ouvi um por que? por acaso a senhora já almoçou a essa hora? Sim, era o próprio. Pior é que a gente tem que se acostumar com os trejeitos e manias do doido né, mas até isso acontecer, eu pastei.
Quando ele ligava, simplesmente dizia me dá o fulano e na primeira vez eu respondi [com toda a educação que deus me deu] quem gostaria? E ele simplesmente bufou e desligou o telefone na minha cara. Desde então, quando era ele, eu nunca mais fiz nenhuma pergunta. E se o ramal do fulano desse ocupado, eu tinha que correr pelos corredores e dançar la conga até a pessoa perceber que tinha que desligar pra atender o mala. Um horror.
Uma vez eu estava escrevendo com uma caneta prateada num cartãozinho, sei lá. Com essas canetas que custam 1 real no camelô, quando ele passou e arrancou a caneta da minha mão e disse nunca mais pegue minhas coisas sem pedir. Juro, eu fiquei estática. Em menos de 15 segundos ele voltou e jogou a caneta na minha mesa. Assim, sem se desculpar, nem nada.
Depois de um tempo, eu acabava rindo de tudo isso e na época o apelidei de Dr. Pimpolho. Sabe, de tão ridículo, chegava a ser cômico. E levando assim, minha vida ficou muito mais fácil. Teve um episódio impagável com a amante dele. Aliás, eu sempre confundia as vozes da esposa e da amante, porque elas sempre me tratavam tão bem. Era terrível, nossas conversas eram sempre assim:
- bom dia Juliana, tudo bem? O Pimpolho está?
- claro, é a dona Ângela?
- não, é a Sissy
- oi Juliana, como está? O Pimpolho já chegou?
- já, é a Sissy?
- não, é a Ângela
Pois é. Não era nada fácil. Mas o mais legal foi quando a amante deu um pé na bunda do Pimpolho pra ficar com o Fábio Jr. Nossa, foi fenomenal. Logo depois que o Pimpolho deu um barquinho pra ela. Tadinho.
Mas pra mim, o pior ainda estava por vir. Houve uma época em que a secretária dele adoeceu e resolveram que eu devia substituí-la. Imagina só o perrengue. Agüentei várias coisas e eu com meus míseros 17 aninhos. Fala sério. Uma criança enfrentando um mostrengo. Foi terrível, mas me saí bem.
É claro que ele continuava alfinetando. Um dia ele comprou um tapete [horroroso] e disse assim abre a embalagem pra mim, mas cuidado pra não rasgar meu tapete persa, você teria que trabalhar muitos anos pra poder pagar o estrago. Enfim, ele era o demônio.
Mas tudo bem. Depois que eu saí de lá, a fábrica começou a definhar e logo depois faliu. Eu não sei que fim ele levou. Provavelmente continua rico. Mas posso garantir uma coisa, feliz ele não é não.
Por Juliana às
09:17
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Sobre o post do dia 26.06 (aquele do prêmio), então, lembram-se da bruxa que seria a jurada? Pois então, além de jurada ela também concorreu ao prêmio e adivinhem??? Ela ganhou! Êta mundão sem sentido esse... Bora mudar de assunto pra algo que valha a pena! ** meme da Polly ** rápido 3X4 atividade profissional: publicitária outras atividades: inglês, espanhol e tentando algum outro exercício físico estranhisse: falo sozinha [demais inclusive] principais motivações: minha fé qualidades paradoxais: perfeccionista e preguiçosa pontos vulneráveis: algumas coisas do passado ódios inconfessos: inconfessável panacéias caseiras: às vezes dou uma de cozinheira [e me saio muito bem] superstições invencíveis: banho de sal grosso [recarrega muito] tentações irresistíveis: chocolate medos absurdos: lugares fechados [tipo metrô, elevador, avião] orgulho secreto: me dei muito bem numa apresentação de um projeto na faculdade [e não era o tcc, inclusive eu ainda estava no 2º ano] ** meme da Neyara ** 4X4 4 empregos que já tive Atendente de vídeo locadora, recepcionista de uma indústria de biscoito, pesquiseira de rua e mídia atualmente [já tive 10 empregos contando com bicos e freelas, quanta coisa pra quem ainda tem 25, não?] 4 filmes que sempre assisto Meu Cachorro Skip, Edward Mãos de Tesoura, Os Goonies e A Espera de Um Milagre 4 lugares que já morei Casa Verde, Imirim, Imirim e Cachoeirinha – tudo na zona norte de Sampa 4 programas de TV que eu gosto Chaves, Cold Case, Ally McBeal e Sex and the City 4 pessoas que me mandam e-mail regularmente Infelizmente muita gente chata me manda e-mails chatos todos os dias 4 coisas que faço todo dia sem falta Visito meu blog, leio sites de notícias, escuto música e vejo novela 4 comidas favoritas Nhoque, strogonofe, niguiri, polenta 4 lugares que gostaria de conhecer Egito, Argentina, França e Tahiti ** e [mais um] mimo do Adriano **
Por Juliana às
11:15
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É chegado o meio do ano. E a partir de hoje vou começar minha “dieta”. Não dá mais pra ficar olhando essas gordurinhas salientes na minha barriga. Então vou abolir os doces e chocolates (e só deus sabe o quanto isso vai me custar) e vou tratar de ter uma alimentação mais colorida e manter um ritmo – digamos – mais ativo em termos de exercícios físicos.
Está decidido. Essa é a minha promessa para os próximos meses com o intuito de perder aqueles cinco quilinhos a mais que eu ganhei e poder sorrir novamente sem nada pra fora da calça (que deus me ajude).
De resto, agradeço por tudo que conquistei até aqui. Agora só existe uma coisa que eu anseio mais que tudo e que está na listinha de pendências de deus, né deus? Então, é esperar e acreditar que vai dar certo.
No mais, estou muito contente com os meus primeiros 182 dias do ano e muito ansiosa pelo que virá pela frente.
Vamos nessa?
Por Juliana às
09:12
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Final de semana totalmente atípico. Um telefonema e muitas surpresas aconteceriam. Resumidamente, tenho uma relação bastante distante com meu pai. Por diversos motivos e coisas da vida, acabamos ficando muito distantes um do outro. O fato é que resolvi me despir um pouco da minha armadura e aceitar o convite para rever a família dele [que por sinal também é um pouco minha] depois de uns quase vinte anos.
Fomos para a cidadezinha no sul de Minas, chamada Córrego do Bom Jesus. Lá pude rever minha avó, da qual tinha pouquíssimas lembranças, minha tia e meus primos, alguns até que eu nem sequer conhecia. Também pude (re)ver e conhecer meus outros 4 irmãos. Sim, porque depois de mim vieram mais outros 2 casamentos e 4 outros filhos.
Foi um pouco diferente e não sabia exatamente o que esperar, afinal, somos todos praticamente estranhos. Mas a receptividade de todos foi muito boa e isso me fez sentir
E a todo instante ela fez questão de me (re)apresentar a cidade que mais parecia um bairro de tão pequena. Fomos até a cachoeira, andamos pelas pequenas ruas, tomamos sorvete feito crianças, fomos à igreja e ela ia me contando o que costumávamos aprontar por lá, onde costumávamos ir. Ouvi aquelas histórias de que por lá andava um lobisomem e que de noite ele ainda aparece. E me lembrei que quando crianças, morríamos de medo na hora de dormir. Só conseguimos rir de tudo isso hoje.
Meus irmãos (uma idéia que é difícil de se acostumar) também foram muito fofos comigo. Todos são mais novos do que eu, três homens (inclusive um já vai ser pai) e uma garotinha. Cheios de perguntas, curiosidades a meu respeito e muito carinho. Um carinho que eu não sabia que existia e também não esperava. Eu sou tão seca e cética com essas coisas, que tudo me deixou bastante espantada.
Com relação ao meu pai, conversamos um pouco sobre como as coisas estão agora e sobre coisas da vida dele e um pouco da minha. Senti que ele estava muito feliz por conseguir reunir [pela primeira vez] toda sua prole. Mas é ainda estranho ter uma figura pra chamar de pai, às vezes é bem difícil pra mim.
Não porque eu tenha mágoa, ressentimento, porque eu sinceramente não tenho. Foi-se o tempo que isso tudo me incomodava. Hoje, considero-nos estranhos. Talvez agora um pouco mais conhecidos, porém ainda estranhos. Enfim, foi diferente e muito gostoso sim. Uma experiência que me deixou muito em paz comigo mesma e que talvez eu possa repetir com mais freqüência. Afinal, tem coisas que o tempo não apaga, mas que certamente ele consegue melhorar.
Por Juliana às
09:31
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Então. Alguém se lembra do prêmio que eu me inscrevi? Aquele sobre blogs... pois é. A entrega do Prêmio de Mídia Estadão acontece na próxima terça. Acontece que eu entreguei o trabalho ciente de que não dei o meu melhor. Isso porque não me dediquei e acabei entregando um trabalho bom, porém não tão digno assim de ser o vencedor. Mas, como existiam 3 possibilidades de ganhar, resolvi entregar mesmo assim.
O problema é que apesar disso, descobri que uma das juradas da minha categoria é uma antiga diretora minha. Uma pessoa, digamos, do mal. Uma pessoa tresloucada que na minha saída da agência, conseguiu me deixar traumatizada, rogando todos os tipos de praga pra cima de mim. Praga mesmo, do tipo bruxaria, maldição. Pra vocês terem uma idéia, ela disse que eu tinha que tomar cuidado porque estava crescendo muito rápido e com certeza eu ia levar um tombo muito grande, que eu ia me arrepender e que eu ia me enforcar na corda que estavam me dando. (?!?!?!) Alguém me explica como uma pessoa louca dessa pode ser diretora de alguma coisa?
Bom, é claro que nenhuma dessas pragas pegou em mim, porque meu santo é forte e vacinado contra gente louca. E aí que eu descobri – sem querer – que ela é minha jurada. Só que ela é uma das “fodonas”, ou seja, muito provavelmente ela deve ter um peso maior na decisão. Enfim. O resultado vocês já podem adivinhar, né? Não sou uma das finalistas. Embora eu saiba que parte disso seja minha culpa também, por não ter me dedicado, sei que muito provavelmente deve ter um dedo dela nisso.
Anyway...
Vou à festa mesmo assim, provavelmente vai ser boa, embora Nova York e dez mil reais estejam bem longe de mim.
Por Juliana às
09:37
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Nas agências de propaganda existe um cara que é o mídia. Pra quem não sabe, o mídia é aquele que compra espaços publicitários nos meios de comunicação. Tudo aquilo que você vê ou ouve de propaganda, foi comprado e negociado por nós, os mídias. Ser mídia não é tarefa fácil [embora o mérito fique com os criativos]. Nós aturamos muita [mas muuuuuuita] coisa e gente chata todo dia, o dia inteiro.
Porém, os mídias têm muitos puxa-sacos [os veículos de comunicação], que na tentativa de “suborno”, descolam ingresso pra shows, baladas, jogos, etc e etc. Além disso, eles sempre mandam pros mídias vários presentinhos ao longo do ano; natal, páscoa, festa junina, dia dos namorados, etc e mais etc.
Aí, alguém inventou que dia 21 de junho seria o dia do mídia. Simples assim. Não existe dia do atendimento, nem dia do criativo, nem do planejador [yes!!!]. Mas existe o dia do mídia e ponto.
Daí que a gente ganha muitos presentes nesse dia e nesse mês acontecem várias baladas bacanas para nós, os mídias. Por exemplo, quinta teve a festa da Sony com show da banda Viva Noite lá no Bar Brahma. Segunda foi a vez do Arraiá da Globo (tradicionalíssimo e o mais esperado), porém, esse ano deixou muito a desejar. Ontem teve a festa da Folha com show do Capital Inicial. Comida boa, Dinho beeeem de perto, num show quase que particular. Coisa boa demais.
Pois é. A vida segue assim nesse mês de junho. Porque alguma coisa tinha que compensar esse trabalho todo de meu deus. Ah, e o frio também, porque sair com esse tempo só se a coisa for boa, não?
Por Juliana às
18:42
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Essas coisas parecem vir como ondas, uma na seqüência da outra. Primeiro foi aqueles malditos “furinhos” conhecidos pelo nome diabólico de celulitevil. Sim, porque aquilo é obra do demônio né, vamo combinar.
Depois veio aquela coisinha que parece sobra de bolo quando acaba transbordando a assadeira e fica caindo pra fora. Sabe, aquilo que sobra pros lados da calça ou aquilo que teima em aparecer quando você se senta, imitando algo terrível e que já foi moda, a pochete. Pronto, falei.
Pochete não tem nada de bonito, nem no objeto e nem no nome. Tem coisa mais brega do que pochete? Não combina com nada e nem com ninguém. Ninguém mesmo merece essa porra de pochete.
Elas começaram tal qual a celulite, rasteirinha. E rapidinho já se alojam em torno do meu abdômen. E ficaram por lá. Gostaram, deve ser isso. Agora não é mais qualquer blusa que eu posso usar. Ela não pode ser muito curta, pras danadas não aparecerem e também não pode ser muito justa, pra eu não correr o risco de parecer gravidinha.
Me pesei há algumas semanas e descobri que tenho 5kg a mais no meu corpitcho. É muita coisa! E aposto que esses 5kg devem estar alojados na minha mais nova pancinha. Eu me pergunto: por que diabos essa gordura toda não se divide igualmente pelas mais de dezenas de outras partes do meu corpo??? Por que ela teima em parar ali, bem no meio???
Não é justo. Tudo bem que eu ainda não pareço andar com uma bóia, mas a pochetinha tá lá. E como isso me incomoda. Nossa, eu quero morrer toda vez que vejo aquela coisinha irritante. Se eu pudesse, arrancava com a mão.
Bom, o jeito é não lamentar-se muito. Detesto academia e adoro comer porcarias. Resultado: pochete! Eu prometo tentar fechar um pouco mais a boca e começar a fazer alguma coisa, nem que seja caminhada, enfim, qualquer coisa. E se alguém souber alguma receita verdadeiramente milagrosa pra acabar com essa danada, pode me passar.
Mas é uma promessa mesmo. Vou perder esses 5kg e essa pochete vai murchar até morrer, vocês vão ver.
Por Juliana às
10:04
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Encantador, lúdico, poético, mágico.
O show foi muito além do que eu esperava. Por ser lançamento de um novo trabalho, imaginei uma platéia apática, mas me enganei. Muitos já sabiam as letras de cor e o Memorial estava praticamente lotado. Não tinha a menor idéia de que o Teatro Mágico fosse tão verdadeiramente cativante ao ponto de agradar qualquer tipo de público, pois lá havia crianças e idosos também.
Enfim, um espetáculo a parte. Algo que você precisa assistir, nem que seja ao menos uma vez. Eu já quero ir no próximo, esperando já também fazer parte do coro. Mas para meu deleite, Anitelli cantou O Anjo Mais Velho e aí sim eu pude me sentir em casa.
E aquele show – como se propõe – me fez amanhecer brilhando mais forte.
Por Juliana às
16:14
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